sábado, 26 de abril de 2008

Discoteca da Fuleiragem - Ela Não Quis Sair de Fusca

fuleiragem total...
boomp3.com
NICO BREGA - ELA NÃO QUIS SAIR DE FUSCA (BAIXE AQUI)

Nosso namoro ia muito bem
Tinha carrão e dinheiro também
Entrei em crise e acabou a grana
E foi aí que começou meu drama

Vendi o carro, comprei um menor
E por aí o trem ficou pior
Chamei ela pra sair e ela me disse então "me busca!"
Quando eu cheguei ela não quis sair de fusca!

Ela não quis sair de fusca
Fez um escândalo, me agrediu
E me xingou de filho da puta (filho da puuuta)
E eu mandei ela pra puta que pariu!

É o novo Olavo Bilac!!!!

As mulheres estão certas: Bom de fusca mesmo, só esse tipo de capô!
clique aqui para ouvir outras de Nico Brega

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Galeria de Títulos do Santinha no Wikipédia

Parabéns, Santinha...

Depois dos memoráveis campeonatos conquistados como o Torneio Internacional Vinausteel do Vietnã (ennn???) e a Taça Refinaria de 1995 (ou Campeonato Arranca-Tôco do Cabo), já está na galeria de títulos da sua página no Wikipédia mais um grandioso título, o de Campeão do Hexagonal da Morte do Pernambucano 2008.

Para conferir, clique na imagem abaixo para ampliar ou vá direto à fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Cruz_Futebol_Clube

Bar ruim é lindo, bicho!!!

"Bom no bom todo mundo é bom. Quero ver é ser bom no ruim": Bodega de Véio,
um exemplo autêntico de um bom bar ruim (foto: Charles Miranda)

Um pouco de cultura aqui, pode ser?
Texto integrante do volume As Cem Melhores Crônicas Brasileiras,
organizado por Joaquim Ferreira dos Santos.



Antonio Prata

Eu sou meio intelectual, meio de esquerda, por isso freqüento bares meio ruins.
Não sei se você sabe, mas nós, meio intelectuais, meio de esquerda,
nos julgamos a vanguarda do proletariado, há mais de cento e cinqüenta
anos. (Deve ter alguma coisa de errado com uma vanguarda de mais de
cento e cinqüenta anos, mas tudo bem).

No bar ruim que ando freqüentando ultimamente o proletariado atende
por Betão - é o garçom, que cumprimento com um tapinha nas costas,
acreditando resolver aí quinhentos anos de história.

Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos ficar "amigos" do
garçom, com quem falamos sobre futebol enquanto nossos amigos não
chegam para falarmos de literatura.

- Ô Betão, traz mais uma pra a gente - eu digo, com os cotovelos
apoiados na mesa bamba de lata, e me sinto parte dessa coisa linda que
é o Brasil.

Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos fazer parte dessa
coisa linda que é o Brasil, por isso vamos a bares ruins, que têm mais
a cara do Brasil que os bares bons, onde se serve petit gâteau e não
tem frango à passarinho ou carne-de-sol com macaxeira, que são os
pratos tradicionais da nossa cozinha. Se bem que nós, meio
intelectuais, meio de esquerda, quando convidamos uma moça para sair
pela primeira vez, atacamos mais de petit gâteau do que de frango à
passarinho, porque a gente gosta do Brasil e tal, mas na hora do vamos
ver uma europazinha bem que ajuda.

Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, gostamos do Brasil, mas
muito bem diagramado. Não é qualquer Brasil. Assim como não é qualquer
bar ruim. Tem que ser um bar ruim autêntico, um boteco, com mesa de
lata, copo americano e, se tiver porção de carne-de-sol, uma lágrima
imediatamente desponta em nossos olhos, meio de canto, meio escondida.
Quando um de nós, meio intelectual, meio de esquerda, descobre um novo
bar ruim que nenhum outro meio intelectual, meio de esquerda,
freqüenta, não nos contemos: ligamos pra turma inteira de meio
intelectuais, meio de esquerda e decretamos que aquele lá é o nosso
novo bar ruim.

O problema é que aos poucos o bar ruim vai se tornando cult, vai sendo
freqüentado por vários meio intelectuais, meio de esquerda e
universitárias mais ou menos gostosas. Até que uma hora sai na Vejinha
como ponto freqüentado por artistas, cineastas e universitários e, um
belo dia, a gente chega no bar ruim e tá cheio de gente que não é nem
meio intelectual nem meio de esquerda e foi lá para ver se tem mesmo
artistas, cineastas e, principalmente, universitárias mais ou menos
gostosas. Aí a gente diz: eu gostava disso aqui antes, quando só vinha
a minha turma de meio intelectuais, meio de esquerda, as
universitárias mais ou menos gostosas e uns velhos bêbados que jogavam
dominó. Porque nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos
dizer que freqüentávamos o bar antes de ele ficar famoso, íamos a tal
praia antes de ela encher de gente, ouvíamos a banda antes de tocar na
MTV. Nós gostamos dos pobres que estavam na praia antes, uns pobres
que sabem subir em coqueiro e usam sandália de couro, isso a gente
acha lindo, mas a gente detesta os pobres que chegam depois, de
Chevette e chinelo Rider. Esse pobre não, a gente gosta do pobre
autêntico, do Brasil autêntico. E a gente abomina a Vejinha, abomina
mesmo, acima de tudo.

Os donos dos bares ruins que a gente freqüenta se dividem em dois
tipos: os que entendem a gente e os que não entendem. Os que entendem
percebem qual é a nossa, mantêm o bar autenticamente ruim, chamam uns
primos do cunhado para tocar samba de roda toda sexta-feira,
introduzem bolinho de bacalhau no cardápio e aumentam cinqüenta por
cento o preço de tudo. (Eles sacam que nós, meio intelectuais, meio de
esquerda, somos meio bem de vida e nos dispomos a pagar caro por
aquilo que tem cara de barato). Os donos que não entendem qual é a
nossa, diante da invasão, trocam as mesas de lata por umas de fórmica
imitando mármore, azulejam a parede e põem um som estéreo tocando
reggae. Aí eles se dão mal, porque a gente odeia isso, a gente gosta,
como já disse algumas vezes, é daquela coisa autêntica, tão Brasil,
tão raiz.

Não pense que é fácil ser meio intelectual, meio de esquerda em nosso
país. A cada dia está mais difícil encontrar bares ruins do jeito que
a gente gosta, os pobres estão todos de chinelos Rider e a Vejinha
sempre alerta, pronta para encher nossos bares ruins de gente jovem e
bonita e a difundir o petit gâteau pelos quatro cantos do globo. Para
desespero dos meio intelectuais, meio de esquerda que, como eu, por
questões ideológicas, preferem frango à passarinho e carne-de-sol com
macaxeira (que é a mesma coisa que mandioca, mas é como se diz lá no
Nordeste, e nós, meio intelectuais, meio de esquerda, achamos que o
Nordeste é muito mais autêntico que o Sudeste e preferimos esse termo,
macaxeira, que é bem mais assim Câmara Cascudo, saca?.

- Ô Betão, vê uma cachaça aqui pra mim. De Salinas quais que tem?

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Troféu "Mai né Foda" de Abril

QUER GOZAR NO PAU DOS OUTROS, GOZE AQUI NO "MAI NÉ FODA"

Enquanto o bairro de Boa Viagem vai literalmente se fudendo com a especulação imobiliária sem limites da Moura Dubeux, Queiroz Galvão, Dallas etc;

Enquanto essas construtoras fomentam uma relação cada vez mais absurdamente desproporcional entre a quantidade de novas unidades imobiliárias construídas e os serviços urbanos do bairro, infra-estrutura de água e esgoto, equipamentos e locais de lazer;

Enquanto os prédios crescem rumo aos céus em Boa Viagem e sua população demanda mais carros, às vezes numa proporção de 4 ou 5 veículos por família, isso tudo numa malha viária inadequada, trânsito caótico e um sistema de transporte público no bairro que é uma piada;

Enquanto os palacetes de 40 a 50 andares na Av. Boa Viagem se levantam em uma espécie de barreira egoísta, tomando dos demais moradores das avenidas paralelas o sol matinal, a vista, os elíseos e o conforto ambiental; deixando a poluição e o calor infernal tomarem conta do bairro;

Enquanto o mundo maravilhoso dos apartamentos a partir de 1,5 milhão de reais é sucesso de vendas, as palafitas e favelas de Boa Viagem à cinco quadras de qualquer desses prédios seguem em via-crucis de falta de políticas públicas, urbanização e dignidade;

Enquanto tudo isso acontece, ainda tem gente que acha essa "maravilhosa" arquitetura do tripúdio e do escárnio com a sociedade recifense uma maravilha...

É por isso que o Troféu "Mai Né Foda" do mês de Abril vai para Raul Lopes e mais meia dúzia de nerds do site Skyscrapercity, cultuadores dos arranha-céus altos, grossos e duros de Boa Viagem (VÁ PARA O LINK AQUI).

sábado, 19 de abril de 2008

Discoteca da Fuleiragem - Dia do Índio

Já que hoje é 19 de abril, nada melhor que umas musiquinhas do Frankito Lopes, o "Índio Apaixonado", para embalar seu feriadão...

FRANKITO LOPES - FRUTO DE UM ROMANCE

FRANKITO LOPES - OPALA VERMELHO

FRANKITO LOPES - NÃO BEBA MAIS NÃO

FRANKITO LOPES - MEU DESESPERO


Descendente de uma tribo indígena da Ilha do Bananal, no Estado de Mato Grosso, Frankito Lopes marcou território com um repertório romântico com forte acento regional, no Norte e Nordeste do Brasil. Influenciado por boleros e guarânias, Frankito, que se auto-intitula o Índio Apaixonado, lançou em 2003 seu primeiro CD, “Frankito Lopes”, com os hits "A Namorada Que Sonhei” e “É Paixão e Nada Mais”. (FONTE Yahoo Música)

sexta-feira, 18 de abril de 2008

E o famoso Empata-Foda ataca novamente...

Deixa a menina chupar, ô seu fela da puta...

Dr. Jomba - Funcionário Público em Moçambique

Concurseiros de plantão, estão abertas vagas para empregos na seção de merda da Prefeitura de Cabo Delgado - Moçambique...
Escutem atentamente a explicação alucidativa do trabalho, dada na Rádio Cabo pelo Dr. Jomba e corram, pois as vagas são limitadas!!!!

Vale a Pena Ver de Novo

Roque Santeiro, o corno mais manso da história da novelas brasileiras...

sábado, 12 de abril de 2008

1º Campeonato Feminino de Sinuca da CASA DE ODETE

DA EDITORIA DE ESPORTES ARRIANDO O FACÃO
Bola 3 na caçapa do Canto!

A equipe do
Arriando o Facão foi conferir de perto o 1º Campeonato Feminino de Sinuca da Casa de Odete, famosa casa de entretenimentos aqui no Recife, e teve o prazer de registrar bem de pertinho a grande destreza das meninas da titia Dedete...

Confira abaixo vídeo da melhor jogada da noite, uma bela encaçapada no canto, de Sueleide Juriti "Boquinha de Veludo":


video

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Peida na Casseta

Recife exportando ícones para o mundo, dessa vez um amigo e irmão, o cineasta, o artista, o gênio, o meu vizinho Peida na Casseta. Detalhe para o choro no final da acusação:

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Pirulito pra Moleque Muito Macho

Eu já tinha visto CU DOCE, mas isso pra mim é novidade... O que esse povo falta mais inventar, hein??? São os americanos fazendo a gurizada chupar prikito desde pequenininho.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Parabéns, Náutico!!!

São os votos de Creuzo Catarino para Febe do Rato, Repórter Bacurau e aos outro 10 passageiros das duas Kombis do Náutico, pela passagem dos 107 de seu aniversário (Bodas de Rosa).

Eu pedi e Creidivânia, minha adorável secretária do lar, fez esse bolinho aí de baixo para oferecer em homenagem aos meus amigos alvirrubros...

É pica, é pica, é hora, é hora, é hora... EEENE, ÁÁÁÁÁ, ÚÚÚÚÚ..........................

TRICOLOR DOENTE, CREIDINHA ATÉ QUE CAPRICHOU
NO BOLO DAS COMADRES ALVIRUBRAS...

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Só assim a patroa sossega

Bêbado demais para subir no jegue, e cansado demais para arrastar a sandália velha pelo meio do agreste até em casa? Trans Bêbado!


"Fébe" do Rato Cor-de-Rosa agora no Arriando o Facão

Após insistentes e chorosos pedidos da meia dúzia de leitores alvirrubros do Arriando o Facão, e para provar que existe respeito à diversidade de orientação sexual e da democracia neste blog, contratamos um articulista torcedor do Náutico, para a alegria do mundo mix recifense!

DEU A FEBE DO RATO!!!!! O CREUZO ENDOIDOU: O NOVO ARTICULISTA DO ARRIANDO O FACÃO
SERÁ O DEFENSOR DAS CATITAS ROSADAS NESTE DILETO BLOG